22.6.12

porque a Escrevente volta a sentir tesão

TESÃO  

quando teus olhos lambem os meus  
no átimo de um encontro furtivo  
sou atingida diretamente
nas ancas

nasce-me  
um pé-de-vento no umbigo  
os pensamentos ficam difusos  
as faces, rubras  
as pernas vacilam  

e quando  
finalmente  
desvio o olhar    
volto a respirar

(Curiosa)

..

12 comentários:

Dilmar Gomes disse...

Amiga Curiosa, bem escrito teu dilema real ou fictício, não importa; quero dizer, certamente, que para ti importa, melhor, que tua verve é criativa, digo, tesuda.
Um abração. Tenhas um um lindo fim de semana.

Anônimo disse...

sobre a carta de despedida linda.

Anônimo disse...

sobre a carta de despedida linda.

Solange Revendedora disse...

Oi tem Selinho Especial para você!
http://www.overcoming2.blogspot.com.br/2012/06/selinho-da-borboleta.html
Vai lá pegar!

rafalin.coquin disse...

Me alegro por vc.
bello poema que expresa toda la intensidad, toda la emoción; todo el tránsito hacia la madurez plena.
E linda...sim.
Bjs.

Luís Macedo Martins Pereira Lud MacMartinson disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luís Macedo Martins Pereira Lud MacMartinson disse...

Este post incitou-me a deixar aqui um poema que escrevi faz tempo...

VOLUPIA

Vem, amor, beija-me o pescoço
e da minha alma o perfume cheira,
o meu corpo entra em alvoroço
quando te pressinto à minha beira...

Meus seios acaricia com ternura
e os meus poros lambe também,
enxuga-me a vulva com doçura
e nela o teu alfange deixa refém

Os teus lábios na minha boca cola,
a tua língua dócil à minha oferece
para sentires o desejo que cresce

enquanto a libido volúvel se imola
no fogo ardente que só esmorece,
quando a minha fome desaparece...

Lud MacMartinson

Luís Macedo Martins Pereira Lud MacMartinson disse...

Este post incitou-me a deixar aqui um poema que escrevi faz tempo...

VOLUPIA

Vem, amor, beija-me o pescoço
e da minha alma o perfume cheira,
o meu corpo entra em alvoroço
quando te pressinto à minha beira...

Meus seios acaricia com ternura
e os meus poros lambe também,
enxuga-me a vulva com doçura
e nela o teu alfange deixa refém

Os teus lábios na minha boca cola,
a tua língua dócil à minha oferece
para sentires o desejo que cresce

enquanto a libido volúvel se imola
no fogo ardente que só esmorece,
quando a minha fome desaparece...

Lud MacMartinson

Curiosa disse...

Luís,
bonito poema ... grata ...

Curiosa disse...

Rafalin,
grata, querido ...

Curiosa disse...

Solange,
grata!

Curiosa disse...

Dilmar,
grata, querido ... gosto de tua verve também ... rsrs ... abraço!

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