28.12.16

por que a Escrevente sente sua dualidade

RETRATOS

não me suponhas em mim
não me olhes nos olhos
dos retratos
antigos

toda minha faceirice
toda minha vaidade
isenta

aquela que nunca foi vista
no meu rosto de poesia
(Curiosa)

27.12.16

20.12.16

porque a Escrevente sente a Egrégora de Natal

ainda não saímos do olho por olho, dente por dente ...
ainda não damos a outra face ... com dificuldade, perdoamos uma vez ...
imagine perdoar setenta vezes setenta ... ainda reagimos à violência com violência ...
(mesmo depois de Gandhi)

mas ... em Tempos Natalinos, a egrégora do Planeta muda ...

enviamos boas energias ao próximo ... todos se reúnem em família ...
perdoamos e somos perdoados ... trocamos presentes em festas
e eventos, realizados somente para compartilhar a presença do outro ...
todas essas atividades apresentam uma energia positiva e construtiva ...

o importante do Natal é sentir ... partilhando e compartilhando
da Egrégora positiva que se estabelece ...


Feliz Natal !

...

18.12.16

3.10.16

por que a Escrevente renasceu


RENASCIMENTO

da loucura
veio ela
sóbria-louca
de vida etérea
aprender
mais
o que era
incorpórea
matéria

(Curiosa da Vida)

2.7.16

por que a Escrevente precisa se amar

RESPOSTA A UM PEDIDO DE NAMORO 

queria amar
mas mal amava
o que de si distinguia

queria amar
mas o seu amor
em poemas se partia

queria escrever
mas de amor
o poema lhe morria

queria morrer
mas um poema entrevia
(um poema de amor
que de amar a impedia)

queria amar
mas mal amava
o que de si distinguia

(Curiosa da Vida)

6.4.16

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